A cadeia produtiva da cebola estima que a área destinada para a próxima safra no Rio Grande do Sul seja 5% menor que a de 2020, quando o cultivo foi de 4,6 mil hectares. O motivo são os altos custos, influenciados pela desvalorização do real.
Até agora, a maioria dos produtores comprou apenas as sementes. “Em julho começa o transplante de mudas, quando será preciso usar adubo e ureia para preparar o solo”, acrescenta o assessor técnico da Câmara Setorial da Cebola da Secretaria da Agricultura, Valdomiro Haas, referindo-se a momentos em que os gastos se tornam maiores.
Em reunião nesta terça-feira, a câmara definiu que os produtores, Emater e prefeituras vão acompanhar o preço dos insumos e, se necessário, pensarão em estratégias para evitar prejuízos.
*Sob supervisão de Elder Ogliari
