O cadastramento vai permitir que políticas públicas sejam implementadas e que as regiões devastadas passem por recuperação, segundo a chefe da pasta. “As áreas que foram degradadas no passado poderão ser recuperadas a partir do cadastro ambiental e poderemos estabelecer uma estratégia por estado e bioma a fim de promover a recuperação da vegetação desmatada. Estamos fazendo um trabalho no Ministério priorizando os municípios com índice maior de desmatamento”, destaca Izabella Teixeira.
Todos os estados deverão disponibilizar programas próprios ou utilizar a ferramenta disponibilizada pelo governo federal para a realização do cadastro. Mais de 4 mil sindicatos e entidades rurais também se filiaram ao ministério para prestar apoio técnico ao produtores que tiverem dificuldade com o fornecimento de dados como as coordenadas georreferenciadas. “Os agricultores já podem procurar os sindicatos rurais nos próximos dias ou inserir os dados no site do CAR”, resume presidente da Fetag, Elton Weber.
O cadastro foi criado em 2012 no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre o Meio Ambiente e se constitui como base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas.
