A recomendação do pesquisador é que, um mês antes da colheita, o fruticultor instale de duas a três armadilhas bola por hectare, com água e atrativo alimentar (proteína hidrolisada). A verificação deve ocorrer semanalmente. Conforme Nava, o produtor não encontrará dificuldade na identificação do inseto, já que a coloração amarela das asas é a principal característica. No caso de infestação, a arma mais indicada é a isca tóxica (inseticida com atrativo alimentar).
Embrapa alerta para aumento de praga atípica no Sul do Estado
Mosca-das-frutas do mediterrâneo foi registrada em áreas urbanas e ataca pomares
A Embrapa alerta para o aumento populacional da mosca-das-frutas do mediterrâneo (Ceratitis capitata) no entorno das zonas urbanas na Região Sul do Estado. Apesar de ainda não haver registro de infestação no campo, segundo o pesquisador Dori Edson Nava, o aumento da temperatura causado pelo efeito estufa tem favorecido a espécie exótica da praga que causa danos em pomares do Sudeste e do Nordeste do Brasil. Entre os principais alvos, estão laranjas, pêssegos, mangas e caquis.
A recomendação do pesquisador é que, um mês antes da colheita, o fruticultor instale de duas a três armadilhas bola por hectare, com água e atrativo alimentar (proteína hidrolisada). A verificação deve ocorrer semanalmente. Conforme Nava, o produtor não encontrará dificuldade na identificação do inseto, já que a coloração amarela das asas é a principal característica. No caso de infestação, a arma mais indicada é a isca tóxica (inseticida com atrativo alimentar).
A recomendação do pesquisador é que, um mês antes da colheita, o fruticultor instale de duas a três armadilhas bola por hectare, com água e atrativo alimentar (proteína hidrolisada). A verificação deve ocorrer semanalmente. Conforme Nava, o produtor não encontrará dificuldade na identificação do inseto, já que a coloração amarela das asas é a principal característica. No caso de infestação, a arma mais indicada é a isca tóxica (inseticida com atrativo alimentar).
