Rural

Entidade manifesta apoio aos protestos dos fumicultores em Santa Cruz do Sul

Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo participa de ato promovido pela Fetag-RS que reúne, nesta segunda-feira, produtores e lideranças do segmento

Np Vale do Rio Pardo a atividade gera empregos, renda, arrecadação e sustenta milhares de famílias
Np Vale do Rio Pardo a atividade gera empregos, renda, arrecadação e sustenta milhares de famílias Foto : Bruno Pedry / Nascimento MKT / Divulgação / CP

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) é uma das entidades que apoia a da mobilização promovida pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) em defesa da cadeia produtiva do tabaco, nos atos marcados para esta segunda-feira, 25, em Santa Cruz do Sul.

A mobilização ocorre em frente ao Parque da Oktoberfest, reunindo produtores, lideranças e representantes institucionais em um movimento de valorização da agricultura familiar e de fortalecimento de uma atividade diretamente ligada à economia de dezenas de municípios da região.

A adesão dos prefeitos, por meio da entidade, ocorre em um momento considerado estratégico para ampliar o debate sobre os desafios enfrentados pelos produtores e reforçar a relevância econômica e social da cadeia produtiva do tabaco para o desenvolvimento regional.

Nos municípios do Vale do Rio Pardo, a atividade movimenta empregos, renda, arrecadação e sustenta milhares de famílias no meio rural, além de impulsionar setores ligados ao comércio, serviços, transporte e indústria.

O presidente da Amvarp, Benito Fonseca Paschoal, prefeito de Encruzilhada do Sul, destaca que o apoio institucional da entidade representa a defesa direta dos municípios produtores e da própria sustentabilidade econômica regional.

“A cadeia produtiva do tabaco possui uma importância histórica e econômica muito forte para os nossos municípios. Quando defendemos o produtor rural, estamos defendendo empregos, arrecadação, desenvolvimento local e a permanência de milhares de famílias no campo. A Amvarp compreende a dimensão desta atividade e participa deste movimento ao lado dos produtores e das entidades representativas”, afirma Paschoal.

Segundo o dirigente, os reflexos da cadeia produtiva do tabaco ultrapassam o meio rural e impactam diretamente a capacidade de investimento e manutenção dos serviços públicos nos municípios produtores.

“Quando o campo vai bem, os municípios conseguem manter a economia aquecida, fortalecer a arrecadação e ampliar a capacidade de atendimento à população. Quando existem dificuldades no setor produtivo, isso também chega às administrações municipais, afetando diretamente a receita e a capacidade de execução de serviços essenciais. Por isso, esta mobilização também representa a defesa da estabilidade econômica dos municípios e da sustentabilidade das comunidades do interior”, complementa o presidente.

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