Única empresa a contestar a vitória da Imply no certame, a Marchand alegou, ao registrar a intenção no site da Celic, que “o valor cobrado pela concorrente não se mostra suficiente para atender a todas as peculiaridades requeridas no edital”, como locação de infraestrutura de equipamentos e sistemas (hardware e software), instalação e acompanhamento técnico e confecção de bilhetes, tickets e credenciais. O valor apresentado pela empresa é de R$ 899 mil. A Marchand pede o exame de preços, da planilha de custos e dos documentos de habilitação.
As outras empresas questionaram da CRV Serviços Terceirizados, por exemplo, planilhas e documentos apresentados. Se acolhidos, os recursos serão enviados à Cage, que terá mais três dias úteis para se manifestar. “Se aceito, irá nos tirar a folga de tempo que havíamos planejado para realizar com calma o trabalho de entrega das credenciais”, disse o diretor administrativo do Parque, Jefferson Chiarelli. O titular da Seapa, Claudio Fioreze, disse que o mérito dos recursos será examinado e afirmou que a Imply é uma das maiores empresas do ramo.
A contratação dos serviços de bilheteria foi questionada por PGE e TCE nos dois anos anteriores da Expointer. Em 2013, o governo do Estado estabeleceu a realização de licitação para contratar o serviço.
