Juntos em uma grande corrente do bem, pecuaristas, empresários e comunicadores dão início, nesta semana, à mobilização para mais um leilão Mãos Dadas. O projeto, capitaneado pelo leiloeiro e presidente do Sindicato dos Leiloeiros Rurais e Empresas de Leilão Rural do RS (Sindiler), Fábio Crespo, e amigos, busca arrecadar recursos para compra de brinquedos para crianças gaúchas.
O primeiro passo é a inscrição dos lotes em doação, que incluem desde doses de sêmen e animais até produtos, serviços e itens gastronômicos. “No ano passado, vendemos até o bigode do Guri de Uruguaiana”, conta o leiloeiro.
Todas as doações serão leiloadas no dia 16 de dezembro e a arrecadação revertida na compra de brinquedos para crianças de comunidades carentes do Rio Grande do Sul. O remate será transmitido pelo Lance Rural, Programa Cavalos e Parceria TV.
Como já é de costume, a entrega dos brinquedos acontecerá na véspera de Natal. Além das vendas do leilão, o Mãos Dadas também aceita doações, que poderão ser feitas pelo Pix maosdadas@parcerialeiloes.com.br (Parceria Leilões). Neste ano, a arrecadação também será incrementada pela venda das camisetas da campanha.
Pouco pra fazer muito
Segundo Crespo, todo ano, a ação beneficente é uma emoção renovada.
“Compramos os brinquedos, enchemos os carros e entregamos às crianças da comunidade. Esse trabalho corpo a corpo nos dá a certeza que estamos no caminho certo e que cada um de nós, mesmo com pouco, pode fazer muito”, salienta Crespo.
Neste ano, o comunicador Pedro Ernesto Denardin soma-se ao time de padrinhos do Mãos Dadas, que também conta com o pecuarista e cardiologista Lucas Krieger e o consultor e diretor da Solução Genética, Luis Felipe Cassol. Krieger explica que, neste ano, o foco é ampliar a ajuda prestada às comunidades gaúchas.
“O Mãos Dadas reúne produtos e serviços de excelência. Somos os curadores nessa oferta que inclui itens diversos, o que permite que qualquer pessoa possa dar seus lances”. Cassol também destacou o papel dos padrinhos: “Somos agentes de união social e não medimos esforços para arrecadar recursos. Quando fazemos o bem a uma criança estamos, automaticamente, amplificando esse movimento a todas as suas famílias”, concluiu.