Ao final da prova, antes mesmo de saber o resultado, o ginete já comemorou o desempenho tirando o chapéu e acenando para o público que aplaudiu. “É um animal que se diferenciou desde a etapa da morfologia, quando saiu na ponta e só veio a confirmar o seu ótimo desempenho. É uma égua excepcional, acima da média”, descreveu o jurado Cesar Augusto Halax. O expositor Aldo Vendramini atribuiu o título ao trabalho do ginete Fábio Teixeira da Silveira, funcionário da cabanha. “Ele é um craque”, afirmou.
Entre os machos quem levou o Freio de Ouro foi o queridinho da torcida, o cavalo Cadejo da Maior (box 85), da Cabanha Santo Izidro/Ouro Fino de Santa Maria, Para o jurado Daniel Souza Mello, qualidade é a palavra que define o grande campeão. “Uma boa genética, uma boa doma, um bom treinamento e um bom desempenho na prova”, detalha. O expositor Augusto Mascarenhas de Souza, da cabanha Santo Izidro, comemorou o resultado de um trabalho que vem sendo realizado desde 1930. “Esta vitória é um marco para a Santo Izidro e Ouro Fino”, disse. O expositor também destacou o trabalho do ginete Daniel Teixeira, sagrado como destaque pela quinta vez (2001, 2005, 2007, 2008 e 2013).
