No balanço dos últimos dois Planos, o governo destacou o investimento de R$ 4,7 bilhões para o setor, a ampliação de crédito aos agricultores e os programas de prevenção à estiagem - com mais de 5 mil projetos em andamento e construção de 600 açudes. Além disso, houve destaque para o aumento do número de servidores na Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) e Empresa de Assistência e Extensão Rural (Emater).
Segundo o presidente da Emater, Lino de David, houve grandes avanços no combate à estiagem, mas afirmou que mesmo se houver irrigação total do campo, nas épocas de seca o setor enfrentará baixas de produtividade. De acordo com David, o importante é trabalhar com a irrigação permanentemente e armazenamento de água para aumentar a produtividade.
Um dos principais fomentadores da agroindústria no Estado, o Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul (Badesu) promete também ampliar os repasses em 50% para o próximo ano. O diretor financeiro da instituição, Aldino Dick, garantiu que já está reservada verba de R$ 60 milhões para a agroindústria familiar, para os quilombolas e para a cadeia leiteira.
