Uma espécie de aquecimento para a 5ª edição da Olifeira reuniu autoridades, empresários, consulados e câmaras de comércio de países como Espanha, Portugal, Uruguai e Itália, em Guaíba. O evento está previsto para ocorrer entre 14 e 18 de outubro, no Largo José Claudio Machado, na Orla de Guaíba, no município da Região Metropolitana. Com o tema “De Volta às Origens”, a ideia é valorizar a história, a cultura, a gastronomia e as tradições da produção de azeite de oliva.
Na última edição, o evento recebeu cerca de 150 mil visitantes, reuniu mais de 120 expositores e movimentou mais de R$ 12 milhões na economia local e regional.
Houve o plantio de uma oliveira simbolizando a união entre pessoas, instituições e produtores que acreditaram e contribuíram para a construção da feira ao longo de sua trajetória. A árvore foi plantada pela Associação Brasileira de Consumidores e Azeite de Oliva e Derivados (Abrazeite), representada por sua presidente Mariely Oyamada e sua vice-presidente Lauren Azevedo, também integrante da comissão da Olifeira, pela prefeita de Guaíba, Claudinha Jardim, pelos produtores Eudes Marchetti, da Prosperato, que acreditou e apoiou o projeto desde sua primeira edição, e Rogério Vian, da Tenuta del Bosque, além da Comissão da Olifeira, representada por Lucca Rossi.
O ato marcou o compromisso coletivo de preservar as origens da olivicultura, fortalecer parcerias e continuar cultivando conhecimento, desenvolvimento e oportunidades para as futuras gerações, especialmente no ano do centenário de Guaíba e da edição temática “De Volta às Origens”. A árvore será transportada para a frente da prefeitura de Guaíba.
Safra gaúcha histórica
No RS, a atividade envolve cerca de 340 produtores distribuídos em mais de 100 municípios, consolidando o Estado como responsável por aproximadamente 75% da produção nacional de azeite de oliva.
O Brasil projeta, em 2026, a maior safra de azeite de oliva de sua história, superando a registrada em 2023, que alcançou cerca de 640 mil litros. Conforme a Abrazeite, a expectativa para este ano é extremamente positiva após dois anos impactados por adversidades climáticas.
A previsão é de crescimento superior a 55% na produção, impulsionado pela evolução técnica da cadeia produtiva e pelas condições climáticas favoráveis, resultando em azeites de extrema qualidade aos consumidores, que poderão conhecê-los, degustá-los e adquiri-los durante a Olifeira.
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