Todos os sintomas, garante ele, indicam que os animais manifestaram a doença: sangue não coagulado em orifícios, evolução superaguda e inchaço no abdômem. Comum na região, a doença infecciosa também pode ser contraída por equinos, ovinos, suínos e humanos. A bactéria Bacillus anthracis produz esporos que permanecem por anos no solo.
Os bovinos mortos foram colocados em uma vala e queimados para evitar contaminação. Na quarta, amostras serão enviadas ao laboratório da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para análise e confirmação do diagnóstico.
