Seapdr publica informações para controle da maria-mole, planta tóxica a bovinos

Seapdr publica informações para controle da maria-mole, planta tóxica a bovinos

Documento contém informações sobre as condições favoráveis para o crescimento e propagação do vegetal, como controlá-lo e como evitar que bovinos o comam

Carolina Pastl*

O meio mais eficaz de evitar a intoxicação por maria-mole é o controle da planta

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O Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) da Secretaria Estadual da Agricultura compilou uma série de orientações sobre o controle da maria-mole, planta tóxica que causa seneciose em bovinos, doença que pode ser fatal. O documento está disponível gratuitamente aqui. Nele, há informações sobre as condições favoráveis para o crescimento e propagação do vegetal, como controlá-lo e como evitar que bovinos o comam.

De acordo com o autor da publicação e pesquisador do DDPA, Fernando Karam, o principal motivo da ingestão desse tipo de planta é a lotação animal inadequada à oferta de pasto, que leva à fome e ao consumo de não forrageiras. “Não há tratamento terapêutico eficaz, então o melhor a se fazer é conhecer alternativas de controle da maria-mole”, resume.

No Rio Grande do Sul, mais de 50% das mortes de bovinos atribuídas a plantas se devem à intoxicação por este tipo de vegetal. A ingestão também causa  perdas indiretas, como baixa produtividade dos animais.

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*Sob supervisão de Elder Ogliari


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