Os trabalhadroes reivindicam a destinação de R$ 170 milhões, em dois anos, para um projeto que vai ampliar a produção de alimentos, estruturar as cooperativas e aumentar a assistência técnica, beneficiando 17 mil pessoas. O grupo também quer a resolução dos conflitos entre indígenas e agricultores, já que cerca de 30 mil famílias devem perder suas terras para demarcação de reservas.
De acordo com a coordenadora da Fetraf-Sul Cleonice Back, a categoria espera ser recebida pelo Executivo para discutir a pauta de reivindicações e os trabalhadores devem ficar até quinta-feira acampados no local. Hoje deve chegar um ônibus com cerca de 40 pessoas e, diariamente, devem chegar outros veículos para se unir ao protesto.
