A Secretaria Municipal de Saúde finalizou a reinstalação das três últimas unidades de saúde atingidas pela enchente de 2024. A US Nova Brasília voltou a operar nesta semana, a US Sarandi retomou o atendimento na semana passada e a US Diretor Pestana já havia retornado no início do mês.
Com isso, todas estão novamente em suas áreas de referência, acessíveis à população, embora ainda passem por ajustes finais de obras e adequações internas. Somados, os investimentos para recuperar unidades de saúde, farmácias distritais e o núcleo de medicamentos ultrapassam R$ 20 milhões.
A US Santa Marta, localizada no Centro Histórico, já havia sido restituída à comunidade no ano passado após investimento superior a R$ 1 milhão. O térreo segue em obras, assim como o projeto de substituição dos elevadores. Na Zona Sul, as unidades do Lami e do Morro dos Sargentos, também danificadas pela enchente, foram entregues em 2024, com aporte de R$ 528 mil.
- Defesa Civil de Novo Hamburgo retorna de Rio Bonito do Iguaçu nesta quarta-feira após apoio às famílias atingidas
- Três CRAS de Uruguaiana seguem recebendo melhorias
- Projeto “Reparador” une MPRS e Hospital Moinhos de Vento para reconstruir vidas de vítimas de violência
Requalificação completa
As obras contemplaram reparos estruturais, troca de mobiliário e equipamentos danificados, melhorias nas redes elétrica e hidráulica, pintura, substituição de pisos e outras adequações internas, elevando a segurança e a qualidade do atendimento, além de aprimorar as condições de trabalho das equipes. Todos os projetos foram executados conforme os padrões técnicos da Secretaria Municipal de Saúde.
“Nosso compromisso foi devolver cada serviço de saúde com mais qualidade do que antes, respeitando as particularidades de cada comunidade e priorizando os territórios mais impactados”, afirmou a diretora da Atenção Primária à Saúde, Vânia Frantz.
Medicamentos
As enchentes também comprometeram o Núcleo de Distribuição de Medicamentos do município, onde o estoque e parte significativa da estrutura ficaram submersos, exigindo a mudança de local. As farmácias distritais Navegantes e Santa Marta também foram afetadas. A recuperação desses espaços demandou cerca de R$ 9 milhões em reformas, aquisição de equipamentos e recomposição do estoque de medicamentos.