Rural

Abertura da Colheita do Tabaco ocorrerá em novembro em Vera Cruz

Rio Grande do Sul é o maior produtor do Brasil e envolve 265 mil pessoas em 205 municípios

Estado produziu 287 mil toneladas na última safra
Estado produziu 287 mil toneladas na última safra Foto : Luciana Jost Radtke / Afubra / Divulgação / CP

A oitava edição da Abertura da Colheita do Tabaco será realizada na tarde do dia 6 de novembro, em Vera Cruz. O evento terá como anfitrião o produtor Alceu Tornquist, em sua propriedade, localizada em Linha Progresso.

O Rio Grande do Sul é o maior produtor de tabaco do Brasil. Na safra 2025/2026, a produção na região Sul do país alcançou 710 mil toneladas, segundo a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O Estado concentrou 40% do total, com 287 mil toneladas, envolvendo 265 mil pessoas em 205 municípios.

A Abertura da Colheita do Tabaco ocorre desde 2017 quando o evento foi realizado em Venâncio Aires. Desde então, passou por Canguçu (2018), Arroio do Tigre (2019), Vale do Sol (2021), São Lourenço do Sul (2022), Rio Pardo (2024) e Santa Cruz do Sul (2025).

O secretário e gerente de Assuntos Corporativos da Afubra, Marco Antonio Dornelles, observou que a atividade representa a valorização da cadeia produtiva.

“São milhares de famílias que trabalham, investem, enfrentam os desafios do clima e do mercado e geram renda, empregos e desenvolvimento para seus municípios. Realizar a Abertura da Colheita dentro de uma propriedade rural também ajuda a mostrar essa realidade e reforça a importância de continuarmos defendendo e valorizando o produtor, para que ele tenha condições de permanecer no campo e ser justamente reconhecido pelo seu trabalho”, disse Dornelles.

Para Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco, mais do que marcar o início da colheita, este momento reforça a importância do sistema integrado, que tem na parceria entre produtores e empresas um de seus principais pilares.

“É essa relação construída ao longo de décadas, com planejamento, assistência técnica, transferência de conhecimento e segurança para ambas as partes, que contribui para a qualidade e a sustentabilidade da produção de tabaco”, ressalta Thesing.

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