Padrasto aproveitava-se da relação de confiança e da ausência da mãe das vítimas para praticar os abusos de forma continuada entre 2019 e 2024
Advogados da vítima classificam decisão como histórica, mas defesa do réu diz que houve absolvição em primeira instância e fala em equívoco no julgamento de segundo grau
As vítimas tinham cinco, seis e nove anos de idade quando os abusos sexuais começaram em 2009