Rogério Mendelski - 16/09/2025 | 6:00
A banalidade do mal
Muito distante de justificar que o mal é insignificante, Arendt, no livro que escreveu sobre Eichmann, mostrou que o mal pode se tornar rotineiro, automático, desprovido de reflexão, quando pessoas deixam de questionar suas ações e se tornam engrenagens de sistemas opressores.