O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) reconheceu que operacionalizar a autorização legal é difícil em função da necessidade de treinamento dos motoristas. A Carris, que em 2012 chegou a montar um cadastro temporário de trabalhadores em meio a uma paralisação de motoristas e cobradores, também alegou dificuldade em colocar a medida em prática.
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A direção da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) descartou colocar motoristas em treinamento alegando que leva tempo para capacitar um profissional. “Temos que preservar a vida das pessoas que estão dentro do ônibus”, disse o diretor de transportes, Carlos Pires.
Sleischmann também explicou que o descumprimento da determinação da desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse permite a prisão dos sindicalistas. Reconheceu, contudo, que trata-se de uma medida extrema e incomum.