Rural

Concluída mais uma rodada de vistoria nas propriedades do raio do foco de gripe aviária em Montenegro

Atualmente não há nenhuma investigação de caso suspeito em andamento no Rio Grande do Sul

As próximas inspeções e barreiras estão programadas para acontecer entre os dias 16 e 17 de junho, com vistorias completas em toda a zona de abrangência do raio do foco
As próximas inspeções e barreiras estão programadas para acontecer entre os dias 16 e 17 de junho, com vistorias completas em toda a zona de abrangência do raio do foco Foto : Pedro Piegas

O sétimo ciclo de visitas nas propriedades rurais do perifoco da influenza aviária diagnosticada em Montenegro, no Rio Grande do Sul, no raio de três quilômetros, e também o quarto ciclo de vistorias nas propriedades do raio de até dez quilômetros foram concluídos na terça-feira, dia 10. As informações foram divulgadas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Atualmente, não há nenhuma investigação de caso suspeito em andamento no Rio Grande do Sul mas há dez no país, conforme painel de monitoramento do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

As equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi seguem fazendo o trabalho de monitoramento e vigilância sanitária da área, conforme determina o Plano Nacional de Contingência para Influenza Aviária. As barreiras sanitárias também estão sendo realizadas de forma volante ou com estruturas móveis, devido a estabilidade no controle do vírus e à ausência de novos casos na região. Até o momento, já foram abordados e desinfetados barreiras de contenção 4.145 veículos.

As próximas inspeções e barreiras estão programadas para acontecer entre os dias 16 e 17 de junho, com vistorias completas em toda a zona de abrangência do raio do foco.

Sobre a gripe aviária

A influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves, mas que também pode infectar mamíferos, incluindo seres humanos. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com animais infectados, bem como por meio de água ou materiais contaminados.

O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS) reforça que não há risco na ingestão de carne de aves ou ovos adquiridos em pontos de venda ou armazenados em casa, pois a doença não é transmitida pelo consumo desses alimentos.

A Seapi orienta que qualquer suspeita da doença – caracterizada por sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade súbita e elevada em aves – deve ser imediatamente notificada. As denúncias podem ser feitas nas Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária, pelo sistema e-Sisbravet ou ainda pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

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