Com essa exclusão, 161 animais ficam de fora da feira. A justificativa é a falta de flexibilização da norma imposta pelo Ministério da Agricultura, que exige a sorologia dos animais assim que comercializados no evento. O processo, que tem o objetivo de garantir a saúde dos suínos após a venda, inviabiliza os negócios e causa prejuízos, segundo os criadores.
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos do RS, Valdecir Folador, os produtores preferem não arriscar porque os animais que não são vendidos não podem retornar à granja de origem e acabam encaminhados para o abate. A última ausência dos animais na feira ocorreu em 2009, por conta da pandemia gerada pela gripe suína.
Atualmente, a região de maior produção dos suínos é o Vale do Taquari, seguido da Serra, do Norte e Noroeste gaúcho. A 34ª Expointer será realizada entre os dias 27 de agosto e 4 de setembro, em Esteio. Ao todo, estão inscritos 5.986 animais, representando 151 raças. Desses, 851 são provenientes de outros Estados e 13, de fora do país.
