A empresa também recebe, nesta quinta-feira, notificações e autos de infração devido a outras irregularidades encontradas como o laudo ergonômico e o espelhamento do Comitê de Ergonomia (Coergo) do próprio frigorífico, citando quesitos como falta de postos de trabalho, o não-uso de cadeiras ergonômicas e a não aplicação de pausas na jornada de trabalho.
Para o MPT, a gestão de saúde e segurança da Companhia é ineficiente, falta gerenciamento de risco, a CIPA não funciona, o cronograma de segurança é inútil, os programas são desarticulados, as pausas anunciadas não existem, falta higiene no refeitório, a forma de acondicionamento de alimentos é inadequada, o calor para os trabalhadores é insuportável e o ponto só pode ser registrado depois que de eles vestirem uniforme. O laudo ergonômico, além de ser ruim, não é aplicado aos 300 trabalhadores da unidade de Passo Fundo.
