O abate é realizado por cinco atiradores das Forças Armadas do Paraguai, e outros 10 fazem a segurança do local. O enterro será feito em uma fossa de 100 metros de largura com três metros de comprimento e quatro de profundidade. Estão no local 10 veterinários, 20 técnicos do Senacsa e três operários do Ministério de Obras.
O procedimento é acompanhado por representantes do Centro Panamericano de Febre Aftosa (Panaftosa), da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Instituto Interamericano de Cooperación para Agricultura (IICA). Este é o segundo foco no Paraguai. O primeiro surto de febre aftosa, relatado em setembro no mesmo departamento, levou ao sacrifício de 820 cabeças de gado e gerou prejuízos de 300 milhões de dólares.
