Segundo o coordenador do Programa de Febre Aftosa da Secretaria da Agricultura, Fernando Groff, a expectativa é de que até o final de semana o caso esteja esclarecido. Ele explica que o teste para a doença consiste em injetar substância no animal e aguardar a reação, o que demora 3 dias. A aplicação deve ocorrer assim que o material chegar ao Estado, já que precisou ser adquirido fora do Rio Grande do Sul.
O equino, que veio do Rio de Janeiro em setembro, época em que apresentou sintomas da zoonose. Também conhecido como lamparão, o mormo é uma doença infecciosa causada pela bactéria Burkholderia mallei mais frequente em equinos (cavalos, asnos e mulas), mas podendo também ser contraída por outros mamíferos, como cachorros, gatos, bodes e inclusive o homem, geralmente pela ingestão de água ou comida contaminada. É encontrada na América Latina, África e Ásia.
