Rural

Semana de estabilidade para o gado gordo na pecuária gaúcha

Já no mercado de reposição ocorreram altas em praticamente todas as categorias

A explicação para a estabilidade é que os frigoríficos já operam com escalas de abate relativamente confortáveis
A explicação para a estabilidade é que os frigoríficos já operam com escalas de abate relativamente confortáveis Foto : Kéke Barcellos / Embrapa Pecuária Sul / Divulgação / CP

O mercado do gado gordo apresentou comportamento mais contido durante esta semana no Rio Grande do Sul, com reajuste positivo observado apenas para a vaca gorda a peso vivo, enquanto as demais categorias mantiveram estabilidade nos preços.

O cenário foi avaliado pelo boletim Análise Semanal de Preços do Gado Gordo e de Reposição, elaborado pelo Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (NESPro), vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

“A ausência de altas mais generalizadas está relacionada ao fato de que os frigoríficos já operam com escalas de abate relativamente confortáveis, o que limita novos avanços no curto prazo. Ainda assim, a oferta restrita de animais prontos para abate tem sido suficiente para sustentar os preços praticados”, esclarece o trabalho.

Já no mercado da reposição, o movimento foi mais expressivo, com altas em praticamente todas as categorias. “A valorização dos animais jovens reflete a escassez de oferta e um ambiente de maior confiança por parte dos pecuaristas, que seguem ativos nas compras”, justifica o NESPro.

Confira as categorias

Vaca gorda a peso vivo: +1,0%

Terneira: +3,0%

Terneiro: +8,6%

Novilho: +7,3%

Novilha: +5,0%

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