Rural

Avicultura gaúcha reivindica a contratação de profissionais para a defesa sanitária

Entidades O.A.RS, Asgav e Sipargs sugerem a ampliação do corpo técnico de médicos-veterinários e agentes administrativos

Cardoso: "Torna-se imprescindível o fortalecimento do quadro de servidores, mediante a complementação do corpo técnico de médicos-veterinários e agentes administrativos"
Cardoso: "Torna-se imprescindível o fortalecimento do quadro de servidores, mediante a complementação do corpo técnico de médicos-veterinários e agentes administrativos" Foto : Divulgação / CP

A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (O.A.RS), juntamente com suas entidades integrantes, a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Rio Grande do Sul (Sipargs) publicou nota sobre a necessidade de complementação do quadro de médicos-veterinários e agentes administrativos para a defesa sanitária animal do Estado. O texto diz que “a defesa sanitária animal constitui pilar estratégico para a manutenção da saúde pública, da segurança alimentar e da competitividade do agronegócio gaúcho”.

“A efetividade desse sistema reflete diretamente na preservação de atividades econômicas, diretas e indiretas, bem como na continuidade da produção de alimentos que garantem o abastecimento interno e sustentam as exportações brasileiras”, ressalta o texto, assinado por José Eduardo dos Santos, presidente das três entidades.

“Nesse contexto, torna-se imprescindível o fortalecimento do quadro de servidores, mediante a complementação do corpo técnico de médicos-veterinários e agentes administrativos, assegurando as condições necessárias para a execução das ações de fiscalização, vigilância e controle sanitário em todo o território gaúcho”, ainda menciona o texto.

Concurso público

A nota ressalta que contratações devem ser efetivadas por meio de concurso público, de forma a garantir estabilidade, qualificação técnica e continuidade das atividades essenciais da defesa sanitária.

“Estamos convictos de que os atuais gestores do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, bem como os futuros administradores, têm plena consciência da relevância estratégica da defesa sanitária animal para o desenvolvimento econômico, social e alimentar do nosso Estado, e não medirão esforços para assegurar a sua adequada estruturação”, finaliza.

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