Rural

Criada nova empresa global de sementes

Vylor surge da cisão da Corteva, que se dedicará apenas ao segmento de proteção de cultivos

A nova empresa vai lançar 12 plataformas tecnológicas para milho, soja e trigo na próxima década
A nova empresa vai lançar 12 plataformas tecnológicas para milho, soja e trigo na próxima década Foto : Divulgação

A Corteva anunciou nesta quinta-feira, em São Paulo, a conclusão da cisão de seu negócio de sementes e genética e que seguirá atuando como uma empresa global e especializada exclusivamente no setor de proteção de cultivos.

Assim, da separação nasce a Vylor, empresa de sementes e genética, se tornando uma empresa independente de capital aberto.

“Este é um novo dia para a Corteva, e estamos extremamente entusiasmados em avançar com maior foco, agilidade e um compromisso renovado com a inovação e a excelência operacional”, disse o CEO da Corteva, Luke Kissam.

“À medida que os desafios enfrentados pela agricultura evoluem, estamos prontos para atender às necessidades do futuro com as melhores equipes, o melhor portfólio e o melhor pipeline do setor — promovendo soluções seguras, eficazes e sustentáveis que geram resultados para os agricultores, nossos parceiros de canal e nossos acionistas”, acrescentou.

Reinvenção

“A Vylor foi criada para reinventar a agricultura”, afirmou Chuck Magro, CEO da Vylor.

“Nossa ambição é trabalhar com agricultores de todos os portes para solucionar alguns dos desafios mais complexos do mundo — da segurança alimentar à segurança energética — e, nesse processo, ajudar os produtores e comunidades a prosperar”, acrescentou.

“A tecnologia sempre esteve no cerne da agricultura e, hoje, do trigo híbrido ao milho de nova geração, passando pela edição gênica e pelos biocombustíveis, a Vylor busca aproveitar a próxima geração de tecnologias para impulsionar o setor. Mal podemos esperar para começar.”

A empresa conta com um portfólio de tecnologias avaliado em US$ 19 bilhões, sustentado pelo lançamento de 12 plataformas tecnológicas inovadoras para as culturas de milho, soja e trigo na próxima década.

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