Subiu para 14 o número de aves silvestres encontradas mortas na Estação Ecológica do Taim. Até esta terça-feira, nove animais, da mesma espécie haviam sido localizados mortos ou doentes no local, que foi fechado por tempo indeterminado após a confirmação do foco de gripe aviária.
Segundo o chefe do local, Fernando Weber, um grupo de dez pessoas, entre técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), está trabalhando no monitoramento diário do local.
“Estamos coletando as aves mortas, para que a carga viral da gripe aviária não aumente no ambiente”, explica.
O foco é de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), conhecida como gripe aviária, em aves silvestres na Lagoa da Mangueira, no município de Santa Vitória do Palmar. O vírus foi identificado na espécie cisne-coscoroba. “Só faremos nova análise se os animais forem de espécies diferentes”, pondera.
Os últimos casos de gripe aviária em aves no Taim ocorreram no ano de 2023, quando o local precisou ser fechado por seis meses.
