Organização é suspeita de realizar crimes de furto, receptação e falsificação de defensivos agrícolas, estelionato, além de fraudes de documentos públicos
Organização criminosa foi alvo de uma operação da Decrab de Bagé com apoio da Brigada Militar
Quadrilha cobrava "proteção" dos pecuaristas para que o gado bovino e defensivo agrícola não fossem furtados por ela mesma
Dois suspeitos já foram presos pelo golpe que já causou R$ 12 milhões de prejuízos aos pecuaristas
Em 2016, ano do início da força-tarefa de combate aos crimes rurais, Polícia Civil contabilizou 10,4 mil registros. Em 2020, até 7 de dezembro, foram 4,6 mil
Grupo criminoso, que agia de modo violento com as vítimas, também praticava estelionato