Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo

Mergulhei em reflexões ao acompanhar a Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, que ocorreu de 2 a 6 de outubro, na UPF. Escrever é consequência. Diante da folha em branco, tanto podemos transpirar poesia como escorregar no abismo do silêncio. Palavras custam a falar quando não temos o hábito de ler. Com literatura frequente, … Continuar lendo Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo

The Who

Com 53 anos de carreira e encerrando a sua primeira passagem pelo Brasil, o The Who promoveu um show inesquecível em Porto Alegre nesta terça-feira. As lendas do rock Pete Townshend, de 72 anos, e Roger Daltrey, 73, subiram ao palco do Anfiteatro Beira-Rio às 21h30min e durante cerca de duas horas comandaram um espetáculo que mostrou por que eles cravaram seus nomes na história da música. E por mais que os telões pedissem “mantenha a calma, aí vem o The Who”, o pedido era impossível de ser atendido e foi respondido por um uníssono “Who” da plateia.

Nada pode ser maior do que o Mr. Big

A brincadeira é possível. Num estado onde os clubes do futebol se julgam os maiores, o “Nada pode ser maior” do título deste texto dá a dimensão de que, para os fãs do quarteto norte-americano formado em 1988 – que cantaram absolutamente todas as 21 músicas apresentadas por Eric Martin (voz e violão), Billy Sheehan (baixo), Paul Gilbert (guitarra), Pat Torpey (percussão e voz) e Matt Starr (bateria) durante 1h53 min até enrouquecer na noite desta terça no Opinião, em Porto Alegre -, não existe nada maior do que o Mr. Big. E foi assim a noite de quase divindade e de cumplicidade desta banda símbolo do hard rock ou soft rock noventista ou ainda glam metal como algumas designações mais metaleiras exigem.