Saúde

Hospital Getúlio Vargas atua na conscientização e realiza mais de 50 captações de órgãos em uma década

Em 13 anos de atuação, diante de autorização familiar, o hospital de Sapucaia do Sul já realizou 52 captações de órgãos e tecidos na instituição de saúde

No próximo dia 27, acontece o Dia Nacional da Doação de Órgãos e a data marca um período de dedicação ao tema
No próximo dia 27, acontece o Dia Nacional da Doação de Órgãos e a data marca um período de dedicação ao tema Foto : Jocélia Bortoli / FHGV / CP

A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV) de Sapucaia do Sul, em 13 anos de atuação, diante de autorização familiar, já realizou 52 captações de órgãos e tecidos no hospital.

"Cada doador pode doar até oito órgãos, mas em geral pelo menos um. Fazemos campanha de esclarecimento em especial junto aos funcionários para que tenham conhecimento de como é realizado o protocolo para o diagnóstico de morte encefálica e o quanto esse protocolo não permite falha. Fazemos reuniões mensais com os membros e contamos com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos", explica a presidente da Comissão, a médica intensivista Liliana Gomes Pellegrin.

No Setembro Verde, integrantes da Comissão e funcionários da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas promovem ações de conscientização sobre o tema. Um momento de incentivo e descontração entre os colegas. No próximo dia 27, acontece o Dia Nacional da Doação de Órgãos e a data marca um período de dedicação ao tema.

Na programação, os médicos residentes da Fundação, que se preparam para se tornarem especialistas, participaram de palestra a respeito da morte encefálica e doação de órgãos ministrada pela médica intensiva Liliana Gomes Pellegrin e pelo coordenador da Linha de Cuidado do Acidente Vascular Cerebral da FHGV, Diógenes Guimarães Zãn.

Desde 2012, a Comissão do Hospital Getúlio Vargas capacita equipes sobre doação de órgãos e tecidos. Além dos profissionais da comissão, também há o trabalho da Organização de Procura de Órgãos 1 (OPO1) do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, que auxilia na realização de exames para determinar a morte encefálica de um paciente.

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