Pleito está marcado para abril de 2024
Interrupções ocorrem em meio aos confrontos que deixaram 46 mortos desde dezembro
Protestos aconteceram em Lima nesta segunda-feira e pediam a renúncia da presidente do Peru, Dina Boluarte
Polícia tentou evitar com gás lacrimogêneo a chegada de um grupo ao Congresso, com conflitos no centro da cidade
Manifestantes viajam para o ato batizado de "Tomada de Lima", que foi convocado pela Confederação Geral dos Trabalhadores do Peru
Manifestantes pedem a renúncia de Boluarte, eleições imediatas e a convocação de uma assembleia constituinte
Na capital, esperava-se que cerca de 50 mil aimaras alimentassem as mobilizações pela marcha contra Boluarte
País viveu o décimo dia consecutivo de protestos na sexta-feira
Dina Boluarte impôs um toque de recolher de três dias na região de Puno
Crise do Peru eclodiu em 7 de dezembro, quando o presidente esquerdista Pedro Castillo foi deposto pelo Congresso
Manifestações acontecem em regiões onde Pedro Castillo, ex-presidente deposto, conta com apoio amplo
Visita ao ex-mandatário foi feita em meio a protestos e pedida de eleições imediatas no país
Recolocar o Peru nos trilhos não será fácil
Parlamento votou contra adiantar o pleito de 2026 para 2023
Estado de emergência declarado pelo novo governo permite às Forças Armadas participar da segurança interna.
Na sentença, o magistrado aponta que existe risco de fuga, já que ex-presidente tentou chegar à embaixada do México para se asilar
Entre os mortos estão três adolescentes que tinham entre 15 e 16 anos
Proposta implica reduzir seu mandato em dois anos e pretende aplacar a indignação da população
País teve seis presidentes nos últimos cinco anos; apoiadores de Pedro Castillo pedem uma nova disputa presidencial