Comandantes militares de várias nações, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul e Alemanha, criticaram o uso de força letal contra manifestantes desarmados que já matou ao menos 107 pessoas somente no sábado
Manifestações acontecem em todo o país
Militares fizeram uma demonstração de força com um desfile para exibir um grande arsenal
Apesar das libertações, muitos civis seguem presos por generais
Oito pessoas morreram no domingo e cerca de 50 ficaram feridas na cidade de Mandalay
Repressão já deixou 250 mortos desde o golpe de Estado
Quase 230 manifestantes morreram desde 1º de fevereiro, dia do golpe militar que derrubou o governo civil liderado de fato por Aung San Suu Kyi
Além de defender seus interesses econômicos, governo chinês quer consolidar sua legitimidade no cenário internacional
Ao menos 44 manifestantes pró-democracia morreram no domingo em ações das forças de segurança, segundo a ONG de assistência aos presos políticos AAPP
País vive crescentes preocupações internacionais com a repressão cada vez mais violenta dos protestos contra o golpe de Estado.
Médicos, professores, funcionários de empresas de energia elétrica e das ferrovias pararam de trabalhar desde o golpe de Estado de 1º de fevereiro que derrubou o governo civil de Aung San Suu Kyi
Na segunda-feira à noite, centenas de manifestantes, incluindo muitas birmanesas que celebravam o Dia Internacional da Mulher, foram encurralados durante horas no bairro de Sanchaung
Junta militar advertiu os funcionários públicos que não retornarem ao trabalho que serão demitidos
Mídia local noticiou "pelo menos cinco pessoas feridas"
Centenas de manifestantes se reuniram pedindo por democracia no país
Duas pessoas morreram na cidade de Mandalay, de acordo com funcionários do hospital para onde as vítimas foram levadas
Ex-líder foi processada hoje por violar uma lei de telecomunicações e por "incitar a desordem pública"
País é cenário de uma onda de manifestações pró-democracia e de uma campanha de desobediência civil
Há um dia, representante do país na ONU rompeu com a junta militar que tomou o poder
Rede Social citou uso de violência letal por parte das Forças Armadas