Entre as 15 propostas avalizadas pelos parlamentares está a que tornou a Patrulha Maria da Penha uma política de Estado
Um mutirão no Estado e no país visa combater a epidemia dos feminicídios.
Profissional dos Bombeiros foi alvo de ataques verbais por parte de um empresário que estava no local de uma ocorrência que ela combateu
As autoridades precisam encontrar os meios e as medidas certas para defender as mulheres.
O combate a essa conduta ignominiosa, que tanta dor traz para familiares e amigos, precisa ser constante e articulado de forma ampla, pois urge ter o engajamento de toda a sociedade, que não pode deixá-las sós e invisíveis em sua fragilidade.
Devemos estar todos atentos para eventuais pedidos de ajuda. Já houve casos de bilhetes de socorro entregues em postos de gasolina para frentistas ou mesmo gestos em farmácias que chamaram a atenção de atendentes para uma situação extrema.
Essa constatação de arrefecimento nos delitos cometidos no Rio Grande do Sul, inclusive dos praticados contra o patrimônio, deve ser saudada. Contudo, no tocante aos feminicídios, houve uma escalada preocupante nos últimos dias.
Essas mortes sinalizam o tamanho do desafio que deve ser enfrentado pelas autoridades e pela sociedade civil. Trata-se de uma questão extrema que vem há anos exigindo providências de monta em torno de medidas protetivas que sejam eficientes.
Essa mentalidade de violência contra a mulher não pode continuar. A cultura cruel de imposição do domínio machista tem que ser combatida diuturnamente, nos locais de trabalho, nas escolas, nas comunidades e em todos os espaços coletivos.