A falta de humanidade e de respeito é injustificável em qualquer situação. Dentro da farda existe um ser humano que cuidará de outros seres humanos e que precisa ser valorizado por isto.
Fica a dica: se o candidato não tem respeito pelo eleitor que transita pelas ruas, é só mais um sinal de que não merece seu voto.
1° Batalhão de Polícia de Choque completou 62 anos nesta sexta-feira
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A eficácia real desta nova resolução depende de investimentos públicos maciços em treinamento de agentes, equipamentos e fiscalização.
Porque violência não tem nada a ver com futebol. E jogadores também precisam dar exemplo.
Como explicar que, justo no momento do ataque a corredoras, na Redenção, as câmeras de segurança dali não funcionavam? Enfeites? Câmeras fake?
A segurança pública não se faz apenas com viaturas, tecnologia ou investigações. Algumas informações não servem apenas para nos manter bem informados. Servem para salvar vidas.
Tragédias como esta revelam que o nosso discurso coletivo de prioridade à infância é, muitas vezes, uma ficção burocrática e conveniente
Quem transforma essa realidade em disputa de torcida ajuda, sem perceber, a esconder o verdadeiro adversário
Divergências políticas fazem parte da democracia. Porém, a glorificação da violência e o ódio ao opositor, jamais. Para preservar a liberdade é preciso defender com firmeza a responsabilidade.
Mais preocupante do que a mensagem falsa é a possibilidade de que sistemas tão essenciais possam ser vulneráveis a interferências relativamente simples.
Mentes são livres. Jamais haverá tirania capaz de aprisionar o pensamento de cada um. Podem enjaular o corpo e proibir a manifestação. Não o pensar.
Uma lógica perversa cria um paradoxo cruel: quanto mais eficientes os policiais são, mais o Estado se sente confortável em manter seus salários congelados e seus direitos desidratados, tratando a dedicação vocacionada como obrigação contratual barata.
É um tempo de máscaras. E haverá sempre, nesta vida, aquele que quer ser quem jamais será. Haverá quem não vê diferença entre os desiguais, seja por sua incapacidade de compreender, por não ver, não tentar ou nem querer.
Do nada que brotamos ao nada que nos espera. É o que somos. O resto é fantasia efêmera que vestimos para abonar outras faltas, outros anseios, desejos. Quem sabe traumas e rancores. Quem sabe carências.
Uma pequena crônica satírica.
Uma experiência, feita com diversas pessoas postas frente a frente, em quatro míseros minutos de olhar mostrou como podemos nos dar conta de que somos, todos, humanos.
Pela primeira vez na trajetória da força de segurança pública mais antiga do país, com mais de um quarto de milênio de existência, uma mulher assumiu o posto máximo da corporação. Uma mulher negra, de origem humilde.
Muitos homens, incapazes de aceitar o fim de um relacionamento ou a autonomia feminina, usam os filhos ou pessoas próximas como instrumentos de tortura psicológica. Uma violência que vai além do corpo: invade a alma, destrói vínculos e deixa marcas incuráveis.